OLHAR O CÉU
Esteve patente na nossa escola sede, a exposição “Olhar o Céu”, que teve como ponto de partida o poema “Aquela Nuvem”, de Eugénio de Andrade. Como nos diz Fátima Veleda, “[o poema] convida-nos a refletir sobre a leveza e a transitoriedade da existência.”
Ninguém ficou indiferente às nuvens que povoaram os quatro cantos do átrio da Direção, que se moviam levemente, ao passar das pessoas que as fitavam.
“Assim como a água não permanece estática, mas está sempre em transformação, a nuvem representa a fluidez e a inevitabilidade da mudança”.
A exposição contou ainda com várias fotografias, capturadas pelos alunos das turmas do 7.ºA, 7.ºB, 7.ºC, 7.ºD, 7.ºE e 8.ºB (Prof. Rute Luís, CEA Fotografia) e do 9.ºB (Prof. Iolanda Carvalho, CEA Fotografia).
Desenvolvida pela Equipa de Curadoria e turmas do 5.ºB, 6.ºF e 9.ºD, a exposição contou ainda com uma interpretação musical do tema “Aquela Nuvem”, de Fernando Lopes Graça, pelas turmas do 5.ºB e 6.ºF, ensaiados pelo Prof. Mário Murça, com gravação áudio e vídeo de António Limpo.
Ninguém ficou indiferente às nuvens que povoaram os quatro cantos do átrio da Direção, que se moviam levemente, ao passar das pessoas que as fitavam.
“Assim como a água não permanece estática, mas está sempre em transformação, a nuvem representa a fluidez e a inevitabilidade da mudança”.
A exposição contou ainda com várias fotografias, capturadas pelos alunos das turmas do 7.ºA, 7.ºB, 7.ºC, 7.ºD, 7.ºE e 8.ºB (Prof. Rute Luís, CEA Fotografia) e do 9.ºB (Prof. Iolanda Carvalho, CEA Fotografia).
Desenvolvida pela Equipa de Curadoria e turmas do 5.ºB, 6.ºF e 9.ºD, a exposição contou ainda com uma interpretação musical do tema “Aquela Nuvem”, de Fernando Lopes Graça, pelas turmas do 5.ºB e 6.ºF, ensaiados pelo Prof. Mário Murça, com gravação áudio e vídeo de António Limpo.
António Limpo